top of page

USO DAS VITAMINAS A, D e E NA SUPLEMENTAÇÃO ESTRATÉGICA DE BOVINOS

Atualizado: 4 de abr.




O uso da suplementação com vitaminas em ruminantes, especialmente as vitaminas A, D e E, é prática comum, com a finalidade de aumentar a produtividade, por auxiliar no tratamento e prevenção de enfermidades.

Os efeitos benéficos dessas vitaminas estão correlacionados com a maior efetividade do sistema do sistema imune, observado por menor estresse oxidativo e maior atividade fagocítica e bactericida das células de defesa (fagócitos), por estimular a sinalização intracelular de neutrófilos, em resumo ocorre melhora na resistência dos animais cotra as doenças infecciosas e parasitárias.

As doenças geralmente potencializam os processos de liberação de espécies reativas de oxigênio, popularmente chamadas de “radicais livres”.

Portanto, o uso das vitaminas A, D e E na forma de suplementação estratégica parenteral (injetável) auxiliam na redução da produção destes radicais livres, e resulta no estímulo da resposta imunológica dos animais.

A suplementação com as vitaminas lipossolúveis tem efeito imunoestimulante, principalmente, em períodos de mudanças climáticas, como na entrada do inverno, quando a oferta de forragem diminui e ocorre a redução dos teores nutricionais das pastagens, sendo muito comum, a suplementação intensiva com alimentos conservados na forma de feno ou silagem, processos que podem reduzir em até 50% os teores de vitaminas A e E nesses tipos de alimentos, o que contribui para o aumento das enfermidades em bovinos no inverno.

Além disto, animais estabulados sofrem privação de luz solar, reduzindo a síntese de vitamina D no organismo.

Destaca-se que o uso das vitaminas A, D e E, na forma de suplementação injetável em bovinos, é uma importante ferramenta para melhorar o desempenho imunológico dos bovinos, ovinos e caprinos, principalmente nos períodos secos e nos animais submetidos a grandes desafios imunológicos como: desmama, transporte, pós-parto e secagem das vacas leiteiras.

 

Adaptado: Martins et al., 2016.

DEPARTAMENTO TÉCNICO SAÚDE ANIMAL

89 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Hozzászólások


bottom of page